sábado, 16 de janeiro de 2016

Meu Amiguinho do Espaço - Alan Borges























Agradeço ao próprio Alan Borges, por nos ter concedido essa honra de podermos resenhar sua incrível obra, e principalmente por essa ser a primeira postagem em
parceria com o blog  Coelho da Lua! Obrigado a todos, e tenham uma ótima leitura. ;)

  A trama infantojuvenil relata as lembranças da infância do narrador de uma maneira suave. Quando criança, ele conheceu um ser de outro planeta que lhe ensinou muito sobre a vida e como ser alguém melhor, ensinou também a importância de se esforçar e a força da amizade. Tive uma certa dificuldade em ler o livro de uma maneira simples,
tinha horas que eu pensava "mas não é só isso que ele quer dizer, tem algo por trás", mas não havia nada, era só aquilo mesmo... Foi um desafio e tanto deixar minhas leituras fantasiosas, cheias de mistério e complexidade já "adultas" de lado para compreender a real beleza desta obra.
  Um livro muito bonito e caprichado do tipo "auto-reflexivo" em que muitas vezes me peguei pensando "se eu tivesse lido isso quando era mais novo, talvez fosse alguém melhor hoje". A proposta dele é ensinar um melhor convívio social e introduz a meritocracia nas nossas vidas. Coisas do tipo "você tem que plantar para colher", o que achei muito fantástico, pois pode tirar muita gente da zona de conforto. Ele não faz muitos rodeios e nem dá explicações complexas sobre os ensinamentos justamente porque a proposta dele foi ensinar o narrador quando criança e não adianta dar explicações complexas para crianças, isso o livro mostra bem e nos faz entender que o simples às vezes é muito mais importante e conclusivo.
  Me pego pensando que se, assim como ele, eu tivesse tido um amiguinho tão especial assim... eu teria saudades demais, todos os dias e também nunca me esqueceria de seus ensinamentos e ansiaria reencontrá-lo.

 Com uma complexidade incrível, Alan Borges foi capaz não apenas de criar uma obra literária, mas também de levar-nos a um novo nível de reflexão, onde o real, e o fantasioso são apenas barreiras criadas por nós mesmos, e a partir disso definimos se somos ou não, capazes de fazermos a diferença ! !


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